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Em teoria, as cadeias de reações eletroquímicas são 100% precisas. Todavia, na prática, certas quantidades de sulfato de chumbo ficam nos elétrodos depois de cada ciclo. Por outras palavras, parte do material ativo permanece como PbSO4 depois da carga. Com o tempo, este sulfato “amorfo” converte-se em sulfato “cristalino”.

O sulfato cristalino não se pode voltar a converter em material ativo, aderindo-se à superfície das placas, causando o seu “afogamento” e reduzindo consideravelmente as superfícies de matéria ativa destinadas às reações eletroquímicas.

É a recuperação da sua capacidade para armazenar energia eletroquímica através da ruptura do sulfato cristalino graças às propriedades elétricas dos regeneradores Maroo MCS. Estas propriedades microfissuram os cristais, reduzem-nos e, consequentemente, a densidade eletrolítica aumenta. Assim, a resistência interna diminui e finalmente a bateria regenera-se.
Existem sistemas elétricos e sistemas eletroquímicos. Em ambos os casos, é evidente que, para se poder regenerar uma bateria, é necessário decompor o sulfato de chumbo cristalino formado.
Um sistema elétrico eficaz baseia-se na aplicação de energia elétrica (high frequency) com uma determinada estrutura e de acordo com múltiplos fatores que o software lê da bateria. Há que ter em conta que no mercado existem sistemas elétricos que não proporcionam a estrutura elétrica adequada ou produzem algoritmos sem controlo, pelo que não são eficazes para dessulfatar. Existem também outros sistemas, mais dispendiosos, baseados na utilização de aditivos químicos que melhoram temporariamente a condutividade da bateria enquanto não se esgotam. Todavia, não produzem uma ruptura dos cristais.
Sim. O nível de regeneração que se obtém é mensurável. Para tal, utilizam-se duas metodologias. A mais precisa é através da utilização dum descarregador que permite medir a 100% o tempo de descarga da bateria antes e depois. A alternativa, geralmente aplicada às baterias UPS, pela impossibilidade da sua desconexão, é através do cálculo da sua impedância.
Em qualquer tipo de bateria de chumbo-ácido e níquel-cádmio. Qualquer aplicação: tração, solar, eólica, estacionária, de emergência, UPS, arranque… Qualquer tipo de eletrólito, líquido (ácido), fibra de vidro AGM, Gel.
Não é possível regenerar uma bateria que tenha sofrido danos estruturais, redução dos eletrólitos causada pela eletrólise, corrosão ou curto-circuitos das placas e perda dos materiais ativos dos elétrodos.
Depende do estado inicial da bateria. Se aplicarmos um programa de regeneração anual, vamos duplicar ou até triplicar a sua vida útil.
Sem dúvida. Desde a poupança importante em aquisição de novas baterias, passando pela redução na fatura energética, até à eliminação dos custos derivados de incidências técnicas e manutenções extraordinárias.
Ao mesmo tempo que cresce o número de baterias utilizadas, cresce também o número de baterias eliminadas. Aumentar a sua vida útil reduz o consumo de metais pesados altamente contaminantes. Os materiais auxiliares para o fabrico de baterias são resíduos altamente tóxicos de segundo grau devido à impossibilidade de atingir a sua utilização plena. Por tudo isto, a regeneração de baterias contribui fortemente para a melhoria do meio ambiente.